Ministério da Saúde e Fundação Sagrada Esperança assinam acordo

Ministério da Saúde e Fundação Sagrada Esperança assinam acordo

Luanda - O Ministério da Saúde e a Fundação Sagrada Esperança assinaram hoje, terça-feira, um Memorando de Entendimento com vista ao desenvolvimento de acções conjuntas que contribuam para a melhoria do Sistema Nacional de Saúde.

Foram signatários do documento, a titular da pasta da Saúde, Sílvia Lutucuta, e o presidente da Fundação Sagrada Esperança, Roberto de Almeida, no âmbito da conferência sobre doenças febris com alto impacto para a saúde em Angola que decorreu durante dois dias em Luanda.

O acordo visa ainda encontrar um melhor enquadramento das iniciativas da Fundação Sagrada Esperança no domínio da ciência médica, com vista a melhorar a qualidade da prestação de serviços de saúde.

Entretanto, os participantes recomendaram adoptar planos de preparação e resposta rápida com ênfase na promoção, prevenção, controlo e educação sistemática para a saúde e na mobilização e participação comunitárias por formas a assegurar que as famílias sejam capazes de se protegerem contra estas enfermidades.

Melhorar a prontidão do pessoal de saúde na identificação e notificação imediata de casos e óbitos de forma obrigatória de qualquer arboviroses ( doenças transmitidas por insectos e incluem Zika vírus e dengue ) é outra das recomendações saídas do encontro.

De acordo com o comunicado final da conferência , foi igualmente recomendado que se deve promover a vigilância com base comunitária e investigar os casos após a notificação, em 48 horas, com busca activa de casos e recolha de amostras num raio de pelo menos 200 metros do caso inicial.

Sensibilizar e capacitar os técnicos de todos os níveis do Sistema Nacional de Saúde para o diagnóstico e tratamento precoces dos caos suspeitos e a definição dos graus de gravidade visando a redução da letalidade, assim como integrar a Sindrome de Encefalite Aguda ( SEA) e Zika na lista de doenças com notificação obrigatória na VID-R, são outras das recomendações do encontro que juntou 150 participantes.

Recomendaram ainda reforçar a vigilância laboratorial com a melhoria da gestão e conservação de amostras, formação contínua de técnicos e especialistas de laboratório e a supervisão em todos os níveis do serviço nacional de saúde e a criação de uma laboratório de segurança nível 3 (biosegurança) diminuindo a dependência de laboratórios de referência internacional para a confirmação de casos que provoca atrasos na resposta.

Os delegados á conferência recomendaram também que se investiguem as causas etiológicas dos casos descartados de paralisias flácidas agudas detectadas, bem como reforçar o mecanismo de coordenação e controlo da raiva entre os Ministérios da Agricultura e o da Saúde.

O evento visou fortalecer as competências dos profissionais de saúde na vigilância das doenças febris e resposta, sensibilizar os profissionais de saúde para a necessidade de informação, educação e comunicação às comunidades e divulgar a proposta do sub-sistema de vigilância das doenças febris potencialmente epidémicas.

No encontro, foram abordados cinco painéis, nomeadamente, a vigilância integrada das doenças febris e resposta, caracterização das doenças febris potencialmente epidémicas em pediatria, outras doenças febris e infecções com importância de doenças febris agudas.

Fonte: ANGOP

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